CINE JOE é um espaço dedicado à literatura e as imagens Da Luz. Espaço portador de cardápios cinematográficos em conectividade com literatos que promovem a dança das palavras. A copulação mágica entre essas duas artes, nos proporciona intelecção, gozo e fruição estética.
Joevan Caitano é mestre em musicologia pela UFRJ e foi pesquisador de cinema no CCBB Rio com o apoio do CINEAD (Prof. Dr. Adriana Fresquet) e da pós graduação na ECO-UFRJ (prof.Dr Consuelo Lins).
São Paulo. Gil (Malvino Salvador) é casado, mas está solitário. Lydia (Denise Fraga) gosta de se arriscar. Josialdo (Sidney Santiago) nasceu para ser mulher. Mônica (Graziella Moretto) é interesseira e quer apenas se dar bem. Todos ouvem o programa noturno de rádio da astróloga Teca (Bruna Lombardi), que lida com os anseios de seus ouvintes e seus próprios problemas.
Gil (Malvino Salvador) está casado e só. Lydia (Denise Fraga) flerta com o perigo. Josialdo (Sidney Santiago) nasceu para ser mulher. Mônica só quer se dar bem. No programa noturno de rádio, que atende ouvintes anônimos, a astróloga Teca (Bruna Lombardi) se vê entre os anseios dos outros e os próprios problemas. Aos poucos, o destino enreda a todos numa única teia. Na luta para romper o isolamento e achar o rumo da redenção, eles vão descobrir o poder transformador da solidariedade.
Informações TécnicasTítulo no Brasil: O Signo da Cidade Título Original: O Signo da Cidade País de Origem: Brasil Gênero: Drama Classificação etária: 16 anos Tempo de Duração: 95 minutos Ano de Lançamento: 2007 Estréia no Brasil: 25/01/2008 Site Oficial: http://www.osignodacidade.com.br Estúdio/Distrib.: Europa Filmes Direção:Carlos Alberto Riccelli
Mostra homenageia o cineasta brasileiro que completa 50 anos de carreira.
Um dos fundadores do Cinema Novo, ao lado de Glauber Rocha, Cacá Diegues dirigiu ao todo 29 filmes, entre curtas e longas, e em 2012 irá produzir “O Grande Circo Místico”. São 50 anos dedicados à sétima arte e mais de 20 Prêmios na carreira. A mostra “Cacá Diegues – Cineasta do Brasil”, além de exibir os filmes dirigidos por ele, irá apresentar outros produzidos ou cujos roteiros foram assinados por Diegues.
O evento inclui em sua programação três mesas de debate com o objetivo de discutir e conhecer um pouco mais sobre o cineasta. A primeira será com o próprio homenageado. A segunda, composta por duas gerações do cinema brasileiro: Lucy Barreto e os jovens cineastas Wagner Novais, Rodrigo Felha, Cacau Amaral, Luciano Vidigal, Cadu Barcellos, Luciana Bezerra e Manaíra Carneiro (todos de “5X Favela – Agora por nós mesmos”). E a terceira, por três atores símbolo do cinema de Diegues: Antônio Pitanga, José Wilker e Zezé Motta.
Um curso ministrado pela curadora da mostra, Silvia Oroz, propõe fazer uma relação da obra de Cacá Diegues com a história do cinema brasileiro; contextualizando cada filme com o momento vivido pelo cinema no Brasil.
Serviço:
Mostra “Cacá Diegues – Cineasta do Brasil”
Local: Caixa Cultural do Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2 - Avenida Almirante Barroso, 25 – Centro - Tel. 2544-4080
De 03 a 15 de abril
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Capacidade: 85 lugares
Classificação: Verificar classificação etária de cada filme
Acesso para pessoas com deficiência
Consultar a programação de cada dia no site da mostra: www.mostracacadiegues.com.br
O filme "Cronicamente Inviável" narra trechos das histórias de vida de seis personagens (Alfredo, Amanda, Adam, Carlos, Luis e Maria Alice), mostrando a dificuldade de sobrevivência mental e física em meio ao caos da sociedade brasileira, que atinge a todos independentemente da posição social ou da postura assumida. Estas situações têm como fio condutor um restaurante num bairro rico de São Paulo, que é de propriedade de Luis (Cecil Thiré). Ele é um homem de meia idade, refinado, acostumado com as boas maneiras, mas ao mesmo tempo irônico e pungente. Alfredo (Umberto Magnani) é um escritor que está realizando um estranho passeio pelo país, buscando compreender, a partir de uma visão ácida da realidade, os problemas de dominação e opressão social. Adam (Dan Stulbach), recém chegado do Paraná, é o mais novo garçom do restaurante de Luis, e se destaca dos demais empregados por sua descendência européia, tanto por seu aspecto físico, quanto por sua boa instrução e insubordinação. Maria Alice (Betty Gofman) é uma carioca classe média-alta que está sempre preocupada em manter o mínimo de humanidade na relação com as pessoas de classe mais baixa. É casada com Carlos (Daniel Dantas), um homem com uma visão pragmática da vida, que acredita na racionalidade como forma de tirar proveito da bagunça típica do Brasil. Amanda (Dira Paes), gerente do restaurante de Luis, é uma pessoa cativante, com um passado incerto, encoberto pelas várias histórias que costuma contar para os amigos e os refinados clientes do restaurante.
Clica nos EXTRAS do DVD e assista ao depoimento do Prof. Dr. Ismail Xavier do departamento de cinema da USP.
(...) A diferença entre o justo e o injusto é muito simples para aqueles que sofrem, mas ela é difícil para aqueles que cometem uma injustiça; o conceito do justo surge exatamente naquele que sofre. Aqueles que sofrem se vingam, por isso é que eles professam a justiça para todos. Pressupõe-se uma força de resistência daqueles que sofrem a injustiça: só há direito igual para forças iguais, portanto enre iguais. [...]
NIETZSCHE, Friedrich. Escritos sobre Direito. Tradução, apresentação e ntodas de Noéli Correia de Melo Sobrinho. Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, Edições Loyola, 2009, Página 69
Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.
Assista o documentário completo dividido em partes no YOU TUBE. Parte 1 de 11 partes
O documentário Justiça, da cineasta Maria Augusta Ramos, retrata de forma particular, a rotina do Judiciário e do sistema prisional brasileiro, que, através de imagens imperativas, revelam ao telespectador o retrato frio e cruel da realidade carcerária e processual do nosso sistema penal.
Neste universo, são focados aqueles que de algum modo, direta e indiretamente, compõe o arcabouço da Jurisdição do Brasil, mais precisamente, a jurisdição do Rio de Janeiro. Deste modo, os personagens trazidos pelo filme são as pessoas que trabalham diariamente com o poder judiciário, como promotores, defensores públicos, juízes, e aqueles que estão apenas de passagem, como os réus e seus familiares.
Justiça[1] foi lançado em 2004,recebeu o Prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Documentário – ´Visions du Réel´em Nyon, Suiça, 2004 – e o Prêmio "La Vague d'Or" de Melhor Filme, no Festival Internacional de Cinema Feminino de Bordeaux, na França.
Maria Augusta Ramos[2], que atualmente vive na Holanda, nasceu em Brasília, em 1964, onde se graduou em música pela Universidade de Brasília. Mudou-se para Europa, onde continuou seus estudos no Groupe de Recherche Musicale, em Paris. Logo depois, estudou em Londres na City University. E na Holanda ingressou na The Netherlands Film and Television Academy, especializando-se em direção e edição.
No caminhar da carreira, participou de vários festivais internacionais, chegando a ganhar o prêmio mais importante do cinema holandês.
(...) A diferença entre o justo e o injusto é muito simples para aqueles que sofrem, mas ela é difícil para aqueles que cometem uma injustiça; o conceito do justo surge exatamente naquele que sofre. Aqueles que sofrem se vingam, por isso é que eles professam a justiça para todos. Pressupõe-se uma força de resistência daqueles que sofrem a injustiça: só há direito igual para forças iguais, portanto enre iguais. [...] NIETZSCHE, Friedrich. Escritos sobre Direito. Tradução, apresentação e ntodas de Noéli Correia de Melo Sobrinho. Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, Edições Loyola, 2009, Página 69 Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.
Assista o documentário completo dividido em partes no YOU TUBE. Parte 1 de 11 partes
O documentário Justiça, da cineasta Maria Augusta Ramos, retrata de forma particular, a rotina do Judiciário e do sistema prisional brasileiro, que, através de imagens imperativas, revelam ao telespectador o retrato frio e cruel da realidade carcerária e processual do nosso sistema penal.
Neste universo, são focados aqueles que de algum modo, direta e indiretamente, compõe o arcabouço da Jurisdição do Brasil, mais precisamente, a jurisdição do Rio de Janeiro. Deste modo, os personagens trazidos pelo filme são as pessoas que trabalham diariamente com o poder judiciário, como promotores, defensores públicos, juízes, e aqueles que estão apenas de passagem, como os réus e seus familiares.
Justiça[1] foi lançado em 2004,recebeu o Prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Documentário – ´Visions du Réel´em Nyon, Suiça, 2004 – e o Prêmio "La Vague d'Or" de Melhor Filme, no Festival Internacional de Cinema Feminino de Bordeaux, na França.
Maria Augusta Ramos[2], que atualmente vive na Holanda, nasceu em Brasília, em 1964, onde se graduou em música pela Universidade de Brasília. Mudou-se para Europa, onde continuou seus estudos no Groupe de Recherche Musicale, em Paris. Logo depois, estudou em Londres na City University. E na Holanda ingressou na The Netherlands Film and Television Academy, especializando-se em direção e edição.
No caminhar da carreira, participou de vários festivais internacionais, chegando a ganhar o prêmio mais importante do cinema holandês.
Somente uma ameaça à própria existência pode mudar a rotina dos habitantes do pequeno vilarejo de Javé. É aí que eles se deparam com o anúncio de que a cidade pode desaparecer sob as águas de uma enorme usina hidrelétrica. Em resposta à notícia devastadora, a comunidade adota uma ousada estratégia: decide preparar um documento contando todos os grandes acontecimentos heróicos de sua história, para que Javé possa escapar da destruição. Como a maioria dos moradores são analfabetos, a primeira tarefa é encontrar alguém que possa escrever as histórias.
Em meio aos acontecimentos políticos de 1964, o filme retrata a disputa ideológica entre Joaquim Bolívar (Sérgio Siviero), um jovem barbeiro integrante do Partido Comunista, e o poderoso Coronel Gaudêncio (Othon Bastos), um típico líder político de província. Os antagonistas se enfrentam ao longo de 35 anos, tendo como pano de fundo a construção de uma usina hidrelétrica, que pode ser a salvação da cidade.
Ficha Técnica
Estado: Em DVD
Título Original: Terceira Morte de Joaquim Bolívar, A
Faca de Doi Gumes conta a história de Jorge Bragança, um advogado famoso, de família ilustre, marido apaixonado, que descobre que sua mulher está lhe traindo com seu sócio e melhor amigo. Jorge planeja vingança, preparando meticulosamente todas as peças de sua ação. Mas essa sua atitude passional, coloca-o no meio de uma avalanche de acontecimentos imprevistos e surpreendentes, que viram sua vida ao avesso. Baseado na obra homônima de Fernando Sabino, Faca de Doi Gumes é um filme surpreendente do início ao fim. Um clássico do policial Brasileiro, um gênero tão raro em nosso cinema.
SINOPSE: Dias de Nietzsche em Turim é uma experiência cinematográfica única que mostra até onde vai o sentimento de um homem.
O filme focaliza o fértil período de Friedrich Nietzsche - um dos maiores escritores de todos os tempos - entre abril de 1888 e janeiro de 1889, ocorrido na cidade italiana de Turim.
No elenco nomes muito conhecidos do grande público: Fernando Eiras, Paulo José, Mariana Ximenes, Leandra Leal, Tina Novelli, entre outros.
Filme completo dividido em 10 partes no YOUTUBE.
Informações:
Colorido : SIM
Duração : 84 Minutos
Formato de Tela : Letterbox
Idioma : Português
Lançamento : 2004 / OUTUBRO
Sistema de Som : Dolby Digital 2.0
Tipo de Mídia : DVD
Título Original : Dias de Nietzsche em Turim
Classificação Indicativa : A Partir de 14 Anos
Codificação de Imagem : NTSC
Making Off : SIM
Menu Interativo : SIM
Número de Mídias : 1
Trailer : SIM
Elenco : Fernando Eiras / Isabel Themudo / Leandra Leal / Mariana Ximenes / Pascoal Vilaboim / Paulo José / Tina Novelli
A jovem Marcela (Leandra Leal) vive com seu pai, o faroleiro Jose (Lima Duarte), e o velho Daniel (Fernando Torres) numa ilha. O único contato da menina com o mundo exterior se dá através de uma embarcação com 4 marinheiros que regularmente vai levar-lhes provisões. Através das palavras de Daniel, que a ensina a ler e é sua fonte de ternura e conhecimento, e da severidade do pai, que quer protegê-la do resto do mundo, Marcela segue sua vida até que, ao tornar-se adolescente, passa a sentir sua sexualidade e seus anseios de viver de forma intensa.
Informações TécnicasTítulo no Brasil: A Ostra e o Vento Título Original: A Ostra e o Vento País de Origem: Brasil Gênero: Drama Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 112 minutos Ano de Lançamento: 1997 Site Oficial: Estúdio/Distrib.: Flashstar Direção:Walter Lima Jr.
A primeira produção da Vera Cruz narra o drama de uma jovem que se casa com um homem autoritário em uma aldeia de pescadores. Agita-se a vida uniforme do local por conta da moça, mas ela não consegue se relacionar com o marido, provoca ciúmes e antigas hostilidades se acentuam. Para Almeida Saller, com este filme, "nasce (...) o cinema brasileiro de escala industrial e internacional": elaborada feitura técnica se mistura a uma consciência muito clara das exigências de um cinema nacional típico. Para Maria Rita Galvão, o filme dá início a uma discussão concreta sobre a "brasilidade", embora justaponha apenas "uma estrutura emprestada (do cinema estrangeiro) a uma realidade nacional.
Informações TécnicasTítulo no Brasil: Caiçara Título Original: Caiçara País de Origem: Brasil Gênero: Drama Tempo de Duração: 92 minutos Ano de Lançamento: 1950 Site Oficial: Estúdio/Distrib.: Direção:Adolfo Celi
Documentário no qual Flávia Castro, a diretora, conta a trajetória de seu pai, Celso Afonso Gay de Castro (1943 - 1984), uma vida marcada pela militância política e por sucessivos exílios. A diretora reconstrói as memórias afetiva e familiar de sua infância passando por países como Brasil, Chile, Argentina, Venezuela e França, e tenta desvendar os mistérios da prematura morte de Celso.
Informações TécnicasTítulo no Brasil: Diário de Uma Busca Título Original: Diario de Uma Busca País de Origem: França / Brasil Gênero: Documentário Tempo de Duração: 108 minutos Ano de Lançamento: 2010 Estréia no Brasil: 26/08/2011 Site Oficial: Estúdio/Distrib.: Videofilmes Direção:Flavia Castro
Há 40 anos, os EUA levaram o planeta a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre delas. Mas, de lá para cá, os danos causados pelas drogas só cresceram. Abusos, informações equivocadas, epidemias, violência e o fortalecimento de redes criminosas são os resultados da guerra perdida numa escala global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, Quebrando o Tabu escuta vozes das realidades mais diversas em busca de soluções, princípios e conclusões. Bill Clinton, Jimmy Carter e ex-chefes de Estado, como Colômbia, México e Suíça, revelam como mudaram de opinião sobre um assunto que precisa ser discutido e esclarecido. Do aprendizado de pessoas comuns, que tiveram suas vidas marcadas pela Guerra às Drogas, até experiências de Dráuzio Varella, Paulo Coelho e Gael Garcia Bernal, Quebrando o Tabu é um convite a discutir o problema com todas as famílias.
Assista a esse filme documentário (completo) aqui pelo youtube..
Duração: 80 minutos
Informações Técnicas Título no Brasil: Quebrando o Tabu Título Original: Breaking the Taboo País de Origem: Brasil Gênero: Documentário Classificação etária: 18 anos Tempo de Duração: 80 minutos Ano de Lançamento: 2011 Estréia no Brasil: 03/06/2011 Site Oficial: Estúdio/Distrib.: Espaço Filmes Direção:Fernando Grostein Andrade
Estevão, Ivan e Gilberto são companheiros desde os tempos de faculdade. Além disto, são sócios em uma construtora de sucesso há mais de 15 anos. O relacionamento entre eles sempre foi muito bom, até que um desentendimento na condução dos negócios faz com que eles entrem em choque, com Estevão, sócio majoritário, ameaçando deixar o negócio. Acuados, Ivan e Gilberto decidem então contratar Anísio (Paulo Miklos), um matador de aluguel, para assassinar Estevão e poderem conduzir a construtora do modo como bem entendem. Entretanto, Anísio tem seus próprios planos de ascensão social e aos poucos invade cada vez mais as vidas de Ivan e Gilberto.
Informações TécnicasTítulo no Brasil: O Invasor Título Original: O Invasor País de Origem: Brasil Gênero: Drama Tempo de Duração: 97 minutos Ano de Lançamento: 2002 Site Oficial: Estúdio/Distrib.: Direção:Beto Brant