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segunda-feira, 9 de abril de 2012

O SIGNO DA CIDADE. Cinema brasileiro.

São Paulo. Gil (Malvino Salvador) é casado, mas está solitário. Lydia (Denise Fraga) gosta de se arriscar. Josialdo (Sidney Santiago) nasceu para ser mulher. Mônica (Graziella Moretto) é interesseira e quer apenas se dar bem. Todos ouvem o programa noturno de rádio da astróloga Teca (Bruna Lombardi), que lida com os anseios de seus ouvintes e seus próprios problemas.
Gil (Malvino Salvador) está casado e só. Lydia (Denise Fraga) flerta com o perigo. Josialdo (Sidney Santiago) nasceu para ser mulher. Mônica só quer se dar bem. No programa noturno de rádio, que atende ouvintes anônimos, a astróloga Teca (Bruna Lombardi) se vê entre os anseios dos outros e os próprios problemas. Aos poucos, o destino enreda a todos numa única teia. Na luta para romper o isolamento e achar o rumo da redenção, eles vão descobrir o poder transformador da solidariedade.
 


Informações TécnicasTítulo no Brasil: O Signo da Cidade
Título Original: O Signo da Cidade
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento: 2007
Estréia no Brasil: 25/01/2008
Site Oficial: http://www.osignodacidade.com.br
Estúdio/Distrib.: Europa Filmes
Direção:
Carlos Alberto Riccelli

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O Cinema de Cacá Diegues na Caixa Cultural Rio

detalhe

O Cinema de Cacá Diegues na Caixa Cultural Rio

Mostra homenageia o cineasta brasileiro que completa 50 anos de carreira.


Um dos fundadores do Cinema Novo, ao lado de Glauber Rocha, Cacá Diegues dirigiu ao todo 29 filmes, entre curtas e longas, e em 2012 irá produzir “O Grande Circo Místico”. São 50 anos dedicados à sétima arte e mais de 20 Prêmios na carreira. A mostra “Cacá Diegues – Cineasta do Brasil”, além de exibir os filmes dirigidos por ele, irá apresentar outros produzidos ou cujos roteiros foram assinados por Diegues.

O evento inclui em sua programação três mesas de debate com o objetivo de discutir e conhecer um pouco mais sobre o cineasta. A primeira será com o próprio homenageado. A segunda, composta por duas gerações do cinema brasileiro: Lucy Barreto e os jovens cineastas Wagner Novais, Rodrigo Felha, Cacau Amaral, Luciano Vidigal, Cadu Barcellos, Luciana Bezerra e Manaíra Carneiro (todos de “5X Favela – Agora por nós mesmos”). E a terceira, por três atores símbolo do cinema de Diegues: Antônio Pitanga, José Wilker e Zezé Motta.

Um curso ministrado pela curadora da mostra, Silvia Oroz, propõe fazer uma relação da obra de Cacá Diegues com a história do cinema brasileiro; contextualizando cada filme com o momento vivido pelo cinema no Brasil.

Serviço:

Mostra “Cacá Diegues – Cineasta do Brasil”

Local: Caixa Cultural do Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2 - Avenida Almirante Barroso, 25 – Centro - Tel. 2544-4080
De 03 a 15 de abril

Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Capacidade: 85 lugares
Classificação: Verificar classificação etária de cada filme
Acesso para pessoas com deficiência

Consultar a programação de cada dia no site da mostra: www.mostracacadiegues.com.br
Programação completa: www.caixa.gov.br/caixacultural
 
Informações extraídas do link:
 

sábado, 17 de março de 2012

Cronicamente Inviável, Direção: Sérgio Bianchi, (filme sobre o caos na sociedade brasileira)



O filme "Cronicamente Inviável" narra trechos das histórias de vida de seis personagens (Alfredo, Amanda, Adam, Carlos, Luis e Maria Alice), mostrando a dificuldade de sobrevivência mental e física em meio ao caos da sociedade brasileira, que atinge a todos independentemente da posição social ou da postura assumida. Estas situações têm como fio condutor um restaurante num bairro rico de São Paulo, que é de propriedade de Luis (Cecil Thiré). Ele é um homem de meia idade, refinado, acostumado com as boas maneiras, mas ao mesmo tempo irônico e pungente. Alfredo (Umberto Magnani) é um escritor que está realizando um estranho passeio pelo país, buscando compreender, a partir de uma visão ácida da realidade, os problemas de dominação e opressão social. Adam (Dan Stulbach), recém chegado do Paraná, é o mais novo garçom do restaurante de Luis, e se destaca dos demais empregados por sua descendência européia, tanto por seu aspecto físico, quanto por sua boa instrução e insubordinação. Maria Alice (Betty Gofman) é uma carioca classe média-alta que está sempre preocupada em manter o mínimo de humanidade na relação com as pessoas de classe mais baixa. É casada com Carlos (Daniel Dantas), um homem com uma visão pragmática da vida, que acredita na racionalidade como forma de tirar proveito da bagunça típica do Brasil. Amanda (Dira Paes), gerente do restaurante de Luis, é uma pessoa cativante, com um passado incerto, encoberto pelas várias histórias que costuma contar para os amigos e os refinados clientes do restaurante.

Clica nos EXTRAS do DVD e assista ao depoimento do Prof. Dr. Ismail Xavier do departamento de cinema da USP.

Trailer


FILME COMPLETO AQUI




sexta-feira, 16 de março de 2012

DOCUMENTÁRIO: JUSTIÇA , Direção: Maria Augusta Ramos.

(...) A diferença entre o justo e o injusto é muito simples para aqueles que sofrem, mas ela é difícil para aqueles que cometem uma injustiça; o conceito do justo surge exatamente naquele que sofre. Aqueles que sofrem se vingam, por isso é que eles professam a justiça para todos. Pressupõe-se uma força de resistência daqueles que sofrem a injustiça: só há direito igual para forças iguais, portanto enre iguais. [...]
NIETZSCHE, Friedrich.  Escritos sobre Direito. Tradução, apresentação e ntodas de Noéli Correia de Melo Sobrinho. Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, Edições Loyola, 2009, Página 69


Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.

Assista o documentário completo dividido em partes no YOU TUBE. Parte 1 de 11 partes






JUSTIÇA
Título original:
Duração:
100 minutos (1 hora e 40 minutos)
Gênero:
Documentário
Direção:
Maria Augusta Ramos
Ano:
País de origem:
BRASIL


O documentário Justiça, da cineasta Maria Augusta Ramos, retrata de forma particular, a rotina do Judiciário e do sistema prisional brasileiro, que, através de imagens imperativas, revelam ao telespectador o retrato frio e cruel da realidade carcerária e processual do nosso sistema penal.
Neste universo, são focados aqueles que de algum modo, direta e indiretamente, compõe o arcabouço da Jurisdição do Brasil, mais precisamente, a jurisdição do Rio de Janeiro. Deste modo, os personagens trazidos pelo filme são as pessoas que trabalham diariamente com o poder judiciário, como promotores, defensores públicos, juízes, e aqueles que estão apenas de passagem, como os réus e seus familiares.
Justiça[1] foi lançado em 2004,recebeu o Prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Documentário – ´Visions du Réel´em Nyon, Suiça, 2004 – e o Prêmio "La Vague d'Or" de Melhor Filme, no Festival Internacional de Cinema Feminino de Bordeaux, na França.
Maria Augusta Ramos[2], que atualmente vive na Holanda, nasceu em Brasília, em 1964, onde se graduou em música pela Universidade de Brasília. Mudou-se para Europa, onde continuou seus estudos no Groupe de Recherche Musicale, em Paris. Logo depois, estudou em Londres na City University. E na Holanda ingressou na The Netherlands Film and Television Academy, especializando-se em direção e edição.
No caminhar da carreira, participou de vários festivais internacionais, chegando a ganhar o prêmio mais importante do cinema holandês.
Leia mais aqui

DOCUMENTÁRIO: JUSTIÇA , Direção: Maria Augusta Ramos.

(...) A diferença entre o justo e o injusto é muito simples para aqueles que sofrem, mas ela é difícil para aqueles que cometem uma injustiça; o conceito do justo surge exatamente naquele que sofre. Aqueles que sofrem se vingam, por isso é que eles professam a justiça para todos. Pressupõe-se uma força de resistência daqueles que sofrem a injustiça: só há direito igual para forças iguais, portanto enre iguais. [...]
NIETZSCHE, Friedrich.  Escritos sobre Direito. Tradução, apresentação e ntodas de Noéli Correia de Melo Sobrinho. Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, Edições Loyola, 2009, Página 69

Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.Justiça, documentário de Maria Augusta Ramos, pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés - um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).
A câmera é utilizada como um instrumento que enxerga o teatro social, as estruturas de poder - ou seja, aquilo que, em geral, nos é invisível. O desenho da sala, os corredores do fórum, a disposição das pessoas, o discurso, os códigos, as posturas - todos os detalhes visuais e sonoros ganham relevância. Em geral, nosso olhar é formado pela visão do cinema americano, os "filmes de tribunal". Justiça, sob esse aspecto, é um choque de realidade.


Assista o documentário completo dividido em partes no YOU TUBE. Parte 1 de 11 partes





JUSTIÇA
Título original:
Duração:
100 minutos (1 hora e 40 minutos)
Gênero:
Documentário
Direção:
Maria Augusta Ramos
Ano:
País de origem:
BRASIL


O documentário Justiça, da cineasta Maria Augusta Ramos, retrata de forma particular, a rotina do Judiciário e do sistema prisional brasileiro, que, através de imagens imperativas, revelam ao telespectador o retrato frio e cruel da realidade carcerária e processual do nosso sistema penal.
Neste universo, são focados aqueles que de algum modo, direta e indiretamente, compõe o arcabouço da Jurisdição do Brasil, mais precisamente, a jurisdição do Rio de Janeiro. Deste modo, os personagens trazidos pelo filme são as pessoas que trabalham diariamente com o poder judiciário, como promotores, defensores públicos, juízes, e aqueles que estão apenas de passagem, como os réus e seus familiares.
Justiça[1] foi lançado em 2004,recebeu o Prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Documentário – ´Visions du Réel´em Nyon, Suiça, 2004 – e o Prêmio "La Vague d'Or" de Melhor Filme, no Festival Internacional de Cinema Feminino de Bordeaux, na França.
Maria Augusta Ramos[2], que atualmente vive na Holanda, nasceu em Brasília, em 1964, onde se graduou em música pela Universidade de Brasília. Mudou-se para Europa, onde continuou seus estudos no Groupe de Recherche Musicale, em Paris. Logo depois, estudou em Londres na City University. E na Holanda ingressou na The Netherlands Film and Television Academy, especializando-se em direção e edição.
No caminhar da carreira, participou de vários festivais internacionais, chegando a ganhar o prêmio mais importante do cinema holandês.
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domingo, 4 de março de 2012

Narradores de Javé,Direção: Eliane Caffé, cinema brasileiro



SINOPSE
Somente uma ameaça à própria existência pode mudar a rotina dos habitantes do pequeno vilarejo de Javé. É aí que eles se deparam com o anúncio de que a cidade pode desaparecer sob as águas de uma enorme usina hidrelétrica. Em resposta à notícia devastadora, a comunidade adota uma ousada estratégia: decide preparar um documento contando todos os grandes acontecimentos heróicos de sua história, para que Javé possa escapar da destruição. Como a maioria dos moradores são analfabetos, a primeira tarefa é encontrar alguém que possa escrever as histórias.

Ficha Técnica

Estado: Em DVD
Título Original: Narradores de Javé
Gênero:
Direção:
País de Origem: Brasil
Estreia no Brasil: 2003
Estreia Mundial: 2003
Duração: 100 minutos
TRAILER DO FILME (video I) e filme completo dividido em 10 partes no video II (colado).



quinta-feira, 1 de março de 2012

A Terceira Morte de Joaquim Bolívar, Direção: Flávio Cândido, cinema brasileiro



Em meio aos acontecimentos políticos de 1964, o filme retrata a disputa ideológica entre Joaquim Bolívar (Sérgio Siviero), um jovem barbeiro integrante do Partido Comunista, e o poderoso Coronel Gaudêncio (Othon Bastos), um típico líder político de província. Os antagonistas se enfrentam ao longo de 35 anos, tendo como pano de fundo a construção de uma usina hidrelétrica, que pode ser a salvação da cidade.

Ficha Técnica


Estado: Em DVD

Título Original: Terceira Morte de Joaquim Bolívar, A

Gênero:

Direção:


sábado, 25 de fevereiro de 2012

NUNCA FOMOS TÃO FELIZES, Direção: Murilo Salles, cinema brasileiro




Faca de Doi Gumes conta a história de Jorge Bragança, um advogado famoso, de família ilustre, marido apaixonado, que descobre que sua mulher está lhe traindo com seu sócio e melhor amigo. Jorge planeja vingança, preparando meticulosamente todas as peças de sua ação. Mas essa sua atitude passional, coloca-o no meio de uma avalanche de acontecimentos imprevistos e surpreendentes, que viram sua vida ao avesso. Baseado na obra homônima de Fernando Sabino, Faca de Doi Gumes é um filme surpreendente do início ao fim. Um clássico do policial Brasileiro, um gênero tão raro em nosso cinema.



TÍTULO: NUNCA FOMOS TÃO FELIZES

DIRETOR: Murilo Salles

ARTISTA: Antonio Pompeo | Angela Rebello | Fabio Junqueira | Roberto Bataglin | Suzana Viera | Claudio Marzo | Jose Mayer | Meiry Viera | Ênio Santos

REGIÃO: 4
IDIOMA: Português
PAÍS DE PRODUÇÃO: BRASIL
TÍTULO ORIGINAL: NUNCA FOMOS TÃO FELIZES
TEMPO DE DURAÇÃO: 90 MINUTOS

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Dias de Nietzsche em Turim, direção: Júlio Bressane, cinema e filosofia (filme brasileiro)

Dias de Nietzsche em Turim
SINOPSE:
Dias de Nietzsche em Turim é uma experiência cinematográfica única que mostra até onde vai o sentimento de um homem.
O filme focaliza o fértil período de Friedrich Nietzsche - um dos maiores escritores de todos os tempos - entre abril de 1888 e janeiro de 1889, ocorrido na cidade italiana de Turim.
No elenco nomes muito conhecidos do grande público: Fernando Eiras, Paulo José, Mariana Ximenes, Leandra Leal, Tina Novelli, entre outros.
 
Filme completo dividido em 10 partes no YOUTUBE. 
 

Informações:
Colorido : SIM

Duração : 84 Minutos

Formato de Tela : Letterbox

Idioma : Português

Lançamento : 2004 / OUTUBRO

Sistema de Som : Dolby Digital 2.0

Tipo de Mídia : DVD

Título Original : Dias de Nietzsche em Turim

Classificação Indicativa : A Partir de 14 Anos

Codificação de Imagem : NTSC

Making Off : SIM

Menu Interativo : SIM

Número de Mídias : 1

Trailer : SIM

Elenco : Fernando Eiras / Isabel Themudo / Leandra Leal / Mariana Ximenes / Pascoal Vilaboim / Paulo José / Tina Novelli

Diretor : Júlio Bressane

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

A Ostra e o Vento, Direção:Walter Lima Jr., cinema brasileiro



A jovem Marcela (Leandra Leal) vive com seu pai, o faroleiro Jose (Lima Duarte), e o velho Daniel (Fernando Torres) numa ilha. O único contato da menina com o mundo exterior se dá através de uma embarcação com 4 marinheiros que regularmente vai levar-lhes provisões. Através das palavras de Daniel, que a ensina a ler e é sua fonte de ternura e conhecimento, e da severidade do pai, que quer protegê-la do resto do mundo, Marcela segue sua vida até que, ao tornar-se adolescente, passa a sentir sua sexualidade e seus anseios de viver de forma intensa.
 
Informações TécnicasTítulo no Brasil: A Ostra e o Vento
Título Original: A Ostra e o Vento
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento: 1997
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Flashstar
Direção:
Walter Lima Jr.

CAIÇARA, Direção: Adolfo Celi, cinema brasileiro



A primeira produção da Vera Cruz narra o drama de uma jovem que se casa com um homem autoritário em uma aldeia de pescadores. Agita-se a vida uniforme do local por conta da moça, mas ela não consegue se relacionar com o marido, provoca ciúmes e antigas hostilidades se acentuam. Para Almeida Saller, com este filme, "nasce (...) o cinema brasileiro de escala industrial e internacional": elaborada feitura técnica se mistura a uma consciência muito clara das exigências de um cinema nacional típico. Para Maria Rita Galvão, o filme dá início a uma discussão concreta sobre a "brasilidade", embora justaponha apenas "uma estrutura emprestada (do cinema estrangeiro) a uma realidade nacional.
 
Informações TécnicasTítulo no Brasil: Caiçara
Título Original: Caiçara
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 92 minutos
Ano de Lançamento: 1950
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção:
Adolfo Celi

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Diário de Uma Busca, Direção:Flavia Castro, Documentário político.



Documentário no qual Flávia Castro, a diretora, conta a trajetória de seu pai, Celso Afonso Gay de Castro (1943 - 1984), uma vida marcada pela militância política e por sucessivos exílios. A diretora reconstrói as memórias afetiva e familiar de sua infância passando por países como Brasil, Chile, Argentina, Venezuela e França, e tenta desvendar os mistérios da prematura morte de Celso.
 
Informações TécnicasTítulo no Brasil: Diário de Uma Busca
Título Original: Diario de Uma Busca
País de Origem: França / Brasil
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Estréia no Brasil: 26/08/2011
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Videofilmes
Direção:
Flavia Castro

QUEBRANDO O TABU, Direção:Fernando Grostein Andrade. Documentário sobre as DROGAS no mundo.


Há 40 anos, os EUA levaram o planeta a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre delas. Mas, de lá para cá, os danos causados pelas drogas só cresceram. Abusos, informações equivocadas, epidemias, violência e o fortalecimento de redes criminosas são os resultados da guerra perdida numa escala global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, Quebrando o Tabu escuta vozes das realidades mais diversas em busca de soluções, princípios e conclusões. Bill Clinton, Jimmy Carter e ex-chefes de Estado, como Colômbia, México e Suíça, revelam como mudaram de opinião sobre um assunto que precisa ser discutido e esclarecido. Do aprendizado de pessoas comuns, que tiveram suas vidas marcadas pela Guerra às Drogas, até experiências de Dráuzio Varella, Paulo Coelho e Gael Garcia Bernal, Quebrando o Tabu é um convite a discutir o problema com todas as famílias.
Assista a esse filme documentário (completo) aqui pelo youtube..
Duração: 80 minutos





Informações Técnicas
Título no Brasil: Quebrando o Tabu
Título Original: Breaking the Taboo
País de Origem: Brasil
Gênero: Documentário
Classificação etária: 18 anos
Tempo de Duração: 80 minutos
Ano de Lançamento: 2011
Estréia no Brasil: 03/06/2011
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Espaço Filmes
Direção:
Fernando Grostein Andrade



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O Invasor, Direção:Beto Brant, cinema brasileiro



Estevão, Ivan e Gilberto são companheiros desde os tempos de faculdade. Além disto, são sócios em uma construtora de sucesso há mais de 15 anos. O relacionamento entre eles sempre foi muito bom, até que um desentendimento na condução dos negócios faz com que eles entrem em choque, com Estevão, sócio majoritário, ameaçando deixar o negócio. Acuados, Ivan e Gilberto decidem então contratar Anísio (Paulo Miklos), um matador de aluguel, para assassinar Estevão e poderem conduzir a construtora do modo como bem entendem. Entretanto, Anísio tem seus próprios planos de ascensão social e aos poucos invade cada vez mais as vidas de Ivan e Gilberto.
 
Informações TécnicasTítulo no Brasil: O Invasor
Título Original: O Invasor
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento: 2002
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção:
Beto Brant