Mostrando postagens com marcador História da Literatura Brasileira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História da Literatura Brasileira. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de março de 2012

Livro - A MULHER QUE ESCREVEU A BÍBLIA , Autor: Moacyr Scliar (prêmio Jabuti de melhor romance)

A mulher que escreveu a Bíblia é um pequeno romance em que se fundem as três maiores qualidades do gaúcho Moacyr Scliar: a imaginação, o humor e a fluência narrativa.
Ajudada por um ex-historiador que se converteu em "terapeuta de vidas passadas", uma mulher de hoje descobre que no século X antes de Cristo foi uma das setecentas esposas do rei Salomão - a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade - e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso. Com uma linguagem que transita entre a elevada dicção bíblica e o mais baixo calão, a anônima redatora conta sua trajetória, desde o tempo em que não passava de uma personagem anônima, filha de um chefe tribal obscuro.
Moacyr Scliar recria o cotidiano da corte de Salomão e oferece novas versões de célebres episódios bíblicos. Em sua narrativa, repleta de malícia e irreverência, a sátira e a aventura são matizadas pela profunda simpatia do autor pelos excluídos de todas as épocas e lugares.

Páginas
224
Acabamento
Brochura
Lançamento
21/10/1999
Selo
Companhia das

Prêmio Jabuti 2000 de Melhor Romance

O programa Entrelinhas da TV CULTURA, entrevistou o gaúcho Moacyr Scliar, um dos escritores mais criativos da literatura brasileira. Ele escreveu uma série de romances baseados no livro dos livros, a Bíblia como Manual da Paixão Soitária, que ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro do ano em 2009.




 

sábado, 24 de março de 2012

O Guardador de Rebanhos (texto completo PDF). Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa)



I - Eu Nunca Guardei Rebanhos


Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr de sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.


Continue lendo clicando no link (texto completo em PDF)

domingo, 18 de março de 2012

HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA: Da Carta de Caminha aos contemporâneos. Autor: Carlos Nejar

HISTORIA DA LITERATURA BRASILEIRA-CARLOS NEJAR


COMPREENDENDO UMA LITERATURA EM CONSTANTE MOVIMENTO. Em edição revista e ampliada, Carlos Nejar - membro da Academia Brasileira de Letras - apresenta o vasto panorama desde os primórdios de nossa literatura até os escritores contemporâneos, construído por meio de uma análise segura, erudita e, principalmente, apaixonada. A obra nasce de uma proposta inovadora: elaborar uma visão que se distancie do “excesso da permanência do Modernismo” e que deixe de conceder importância excessiva à linguagem, valorizando a relação do texto com a vida.



  • Nº Páginas
    1015 Págs.



  • Ano: 2011
  • Dimensões:
    16 x 24 x 7,5 cm





  • Tipo de Encadernação:
    Brochura





  • História da Literatura Brasileira é resultado de um criterioso trabalho de pesquisa,. O livro tem alcance abrangente, indo de Pero Vaz e Caminha – cuja “carta fundadora” dá nome ao primeiro capítulo - até autores contemporâneos.
    A nova versão da obra traz quatro novos capítulos, que abordam a ficção produzida na década de 1960; a obra de Ariano Suassuna; uma síntese dos autores teatrais, dos primórdios até “a sombra prodigiosa de Nelson Rodrigues”, e nomes representativos da poesia brasileira nas décadas de 1960 e 1970. Assim, o leitor tem acesso a uma história completa e atual, em que figuram ícones como Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Manoel Bandeira, e também os autores das gerações seguintes, como Moacyr Scliar, Adélia Prado, Raduã Nasssar e Paulo Leminski. Completam o volume observações, um texto sobre ensaístas, memorialistas, críticos, tradutores; extensa bibliografia e um índice onosmático.
    O livro segue as tradicionais classificações que agrupam a produção literária em períodos como romantismo, realismo, naturalismo e modernismo. Entretanto, Carlos Nejar concentra seu foco antes no escritor mais que nos gêneros ou nas escolas literárias. Sendo ele também ficcionista e poeta, além de crítico e tradutor, acredita que sua condição de escritor faz de sua “História da Literatura Brasileira” uma obra singular exatamente por tratar-se de um autor analisando outros autores, alguém que conhece intimamente a dinâmica da produção artística.
    Esta edição inclui nomes já consagrados como Rubem Fonseca, João Ubaldo Ribeiro, Nélida Piñon, Silviano Santiago, Lya Luft, além de poetas José Carlos Capinam, Olga Savary e Bruno Tolentino. Também inclui a dramaturgia e seus expoentes, compreendendo que esta produção tem um lugar de destaque na cultural nacional. 
    CARLOS NEJAR COMENTA A SEU LIVRO  "HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA":