quinta-feira, 15 de agosto de 2013

STELLA. Diretor: Mihalis Kakogiannis, 1995 (cinema grego)


A história de uma mulher jovem e selvagem que não deseja ter um compromisso sério com ninguém. Stella é uma incansável e rebelde mulher grega que joga com os homens e desfruta a vida o tanto o quanto ela pode. Mas quando ela conhece um jovem jogador de futebol, as coisas se confundem. Ela se apaixona por ele, mas ama demais sua liberdade também.Então chegará a hora em que ela terá que fazer a escolha de sua vida. Uma obra-prima vencedora do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro de 1956. 

TÍTULO: STELLA
REGIÃO: 4    
IDIOMA: Grego    
PAÍS DE PRODUÇÃO: GRÉCIA    
LEGENDA: Português    
TÍTULO ORIGINAL: STELLA
FORMATO DE TELA: Widescreen
ÁUDIO ORIGINAL: DOLBY DIGITAL
TEMPO DE DURAÇÃO: 100 MINUTOS
QUANTIDADE DE DISCOS: 1
CÓDIGO: 7898944083400



RÉQUIEM. Diretor: Hans-Christian Schmidt (Cinema alemão\exorcismo cult)


TRAILER..


Michaela Klingler, protagonista de um fato real, cresceu sob rigorosos preceitos católicos no sul da Alemanha, durante os anos 70. Apesar de sofrer de epilepsia, convence sua família de que pode freqüentar a universidade fora de seu vilarejo. Seu pai lhe dá apoio, mas a mãe extremamente protetora tem lá suas dúvidas de que a filha deva sair de casa e prosseguir nos estudos de magistério. As crises de Michaela começam a ficar cada vez mais fortes durante o primeiro ano da faculdade. Agora ela passa também a ouvir vozes. Desconfiada, ela decide procurar um sacerdote em sua cidade natal, que confirma tratar-se de um caso de possessão e lhe sugere um exorcismo.


MAHLER AUF DER COUCH (Mahler no divã)...CINEMA ALEMÃO


Alma Mahler's affair with the young architect Walter Gropius sets in motion a marital drama that forces her husband Gustav Mahler to seek advice from Sigmund Freud.

TRAILER..


NÃO ESSA, ENTÃO AQUELA. (comédia musical, 1956) Diretor: Huseyn Seyidzade (filme do Azerbaijão)


CINEMA AZERBAIJÃO, NÃO ESSA, ENTÃO AQUELA O olmasın, bu olsun

Direção: Huseyn Seyidzade Gênero: Comédia Musical Ano: 1956 Duração: 96 minutos Classificação: 10 anos

O cenário do filme desenrola em Baku no início do século XX. Um comerciante de 50 anos, Mashadi Ibad, quer se casar com a filha de um bey, um homem nobre, mas empobrecido que perdeu todas as suas riquezas por causa de jogos de azar. A filha do bey está apaixonada por um jovem estudante de origem humilde. De acordo com os costumes desta época, a menina não pode desobedecer ao pai dela. O estudante resolve o problema com ajuda dos seus amigos. Mashadi Ibad acaba casando com uma empregada.

Retrospectiva Werner Schroeter (cinema alemão) 9 a 22 de agosto de 2013-Instituto Moreira Salles


Aproveitem e leia o artigo (crítica) do José Carlos Avelar (excelente texto)

Schroeter: cinema e paixão – por José Carlos Avellar


http://www.blogdoims.com.br/ims/schroeter-cinema-e-paixao-%E2%80%93-por-jose-carlos-avellar/



Retrospectiva Werner Schroeter

Filme
9 a 22 de agosto de 2013
Instituto Moreira Salles
R. Marquês de São Vicente, 476 - Gávea
Legendas em português
R$ 16,00 / R$ 8,00 / Passaporte para 10 sessões R$ 40,00
Tel.: +55 21 3284 7400


Schroeter é o Cocteau do nosso tempo." O cinema de Werner Schroeter é pura magia, cria-se um novo mundo, um novo tempo, cheio de artifício e beleza. Imagens do reino imaginário onde tudo é permitido. Magic Werner, Magic Cinema." Libération 4/9/2008
"Você faz, ou você não faz" é um comentário de Werner Schroeter a uma entrevista dada para o jornal alemão Berliner Zeitung que resume, em poucas palavras, uma ideia de cinema que surgiu no final dos anos 60 no chamado Novo Cinema Alemão. É o espírito onde surgiram os corifeus mais conhecidos deste Novo Cinema Alemão como Werner Herzog, Rainer Werner Fassbinder, Wim Wenders, Volker Schlöndorff, e entre eles, desde o início, Werner Schroeter. Foi naquela época que se manifestou uma ruptura brusca da forma como era feito cinema até então: o diretor virou o autor dos seus filmes, o foco do interesse não era mais o aspecto comercial dos filmes, mas a questão social e política, o esforço era distanciar os filmes da ideia de investimento e retorno financeiro, com o objetivo de garantir o máximo de liberdade ao cineasta. Filmes não deveriam mais simplesmente entreter o público, mas estimular discussões sociais e políticas. De fato, no início, muitos filmes foram realizados com um orçamento baixíssimo, muitas vezes movidos somente pelo idealismo e pela convicção dos cineastas e as suas equipes. Nasceu um novo cinema de autor na Alemanha.
Werner Schroeter nasceu em 1945, na Alemanha. Começou a fazer filmes de forma autodidata no final dos anos 60, com filmes experimentais feitos em super 8 e 16mm. O primeiro longa-metragem que despertou interesse da crítica e do público foi ‘Eika Katappa’ que recebeu um prêmio no festival de Mannheim em 1969. Em 1972, seu filme ‘Der Tod der Maria Malibran’ foi convidado a participar da documenta em Kassel. A partir dos anos 70, paralelamente às suas produções para o cinema, Werner Schroeter começou a encenar espectáculos de ópera e de teatro no mundo inteiro.
Até a sua morte em 2010, seus filmes participaram em todos os grandes festivais internacionais: em 1980, ‘Palermo oder Wolfsburg’ ganhou o "Teddy Award" do Festival de Berlim, participou na Competição do Festival de Cannes com ‘Tag der Idioten’ (1982) e ‘Malina’ (1991). Ganhou prêmios no Festival de Rotterdam e na Mostra de São Paulo, de 1983, o prêmio dos críticos para ‘Liebeskonzil’. Seu último filme, ‘Nuit de chien’ com Isabel Huppert, foi convidado para a competição do Festival de Veneza em 2008, recebendo o prêmio especial pela coleção de suas obras cinematográficas. Um de seus últimos prêmios foi o "Teddy Award" do Festival de Berlim em 2010, honrando-o como um ‘experimentador radical’. Werner Schroeter morreu em 2010 deixando uma filmografia de 40 obras entre curtas e longas-metragens e documentários. O Centre Pompidou dedicou uma retrospectiva completa a Werner Schroeter de dezembro de 2010 a janeiro de 2011.
Embora o cinema de Werner Schroeter tenha nascido no espírito do Novo Cinema Alemão e tenha feito parte deste movimento desde o início, seu estilo o diferencia dos outros cineastas do Novo Cinema Alemão. Schroeter criou uma estética própria que é marcante em todos os seus filmes, sejam de ficção ou documentários, o que o deixou numa posição marginal dentro do Novo Cinema Alemão. As suas obras são radicais, principalmente na linguagem cinematográfica. Amante de óperas, Schroeter usa imagens extremamente estilizadas e iconográficas, sua linguagem é opulenta, expressionista, as obras rigorosamente obedecem a um ideal artístico e são tão inovadoras quanto provocadoras. O estilo dos seus filmes indica a paixão que ele teve pela ópera e pelo teatro, e mesmo seus documentários misturam sequências de documentação com sequências de cenas ficcionais expressivas. Em relação ao cinema narrativo de outros cineastas do Novo Cinema Alemão como Fassbinder, Wenders, Herzog, a linguagem cinematográfica de Schroeter consiste em imagens mais formais, mais estilizadas, com rupturas na narração linear, o que faz seu estilo ser único dentro do Novo Cinema Alemão.
Fonte:


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

"Der Fuehrer's Face (Português: A face do Fuehrer) é um curta-metragem de animação (ALL DISNEY)



Assista aqui o vídeo..



"Der Fuehrer's Face (Português: A face do Fuehrer) é um curta-metragem de animação produzido pelos Estúdios Disney em 1942 e protagonizado pelo Pato Donald. É também o nome de uma canção de Oliver Wallace presente neste mesmo curta. O curta, de orientação anti-nazista, foi dirigido por Jack Kinney e originalmente lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 1 de janeiro de 1943 pela RKO Pictures. Venceu o Oscar de melhor curta de animação e foi eleito o vigésimo segundo melhor curta de animação da história do cinema estadunidense de acordo com o livro The 50 Greatest Cartoons de Jerry Beck.

ENREDO

Uma banda militar, cujos membros incluem Hirohito no sousafone e Benito Mussolini no bumbo, marcha por uma pequena cidade industrial da Alemanha (provavelmente a "Nazilândia" citada na canção) onde tudo, desde árvores a nuvens, é decorado com suásticas. Enquanto marcham, cantam as virtudes da doutrina nazi-fascista. Eles se dirigem até a casa do Pato Donald e o acordam para o trabalho, perfurando-lhe com uma baioneta. Por causa do racionamento de comida durante a Segunda Guerra Mundial, o café da manhã de Donald se consiste de apenas uma fina fatia de pão (tão duro que requer uma serra para ser cortado), café feito com um único grão e um spray que tem o gosto de ovos com bacon. Também por causa do racionamento da guerra, o uniforme de trabalho de Donald é feito completamente de papel. Após o café da manhã, a banda obriga Donald a ler um trecho de Mein Kampf e depois o escolta até a fábrica onde trabalha.
Donald chega à fábrica onde trabalha - localizada num bairro de aspecto muito sombrio - e começa sua jornada de trabalho de quarenta e oito horas diárias. O trabalho de Donald é finalizar a montagem de artigos de artilharia. Da esteira de onde saem os produtos que deve montar saem também fotos do Führer Adolf Hitler, o que faz com que ele deva gritar "Heil Hitler" e trabalhar ao mesmo tempo. O ritmo da esteira acelera, fazendo com que seja cada vez mais difícil para Donald concluir todas as tarefas que deve. Ao mesmo tempo, ele é bombardeado por mensagens de propaganda que falam sobre a superioridade da raça ariana e de como é glorioso trabalhar para o Führer.
Depois de "férias pagas", o que consiste em ficar alguns segundos em frente a um painel dos Alpes, Donald é forçado a fazer hora extra. Assim sendo, Donald não aguenta mais trabalhar e acaba sofrendo um colapso nervoso com alucionações em que tudo se transforma em produtos de artilharia. Quando as alucinações acabam, Donald percebe que está em sua cama nos Estados Unidos e, portanto, tudo não passou de um pesadelo. Na última cena, Donald abraça uma miniatura da Estátua da Liberdade e exclama: "como é bom ser um cidadão dos Estados Unidos da América!", uma consolidação de que o estilo de vida estadunidense é o melhor. Ao final, um tomate atinge a face de Hitler, formando as palavras "The End" ("Fim")."

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Eu sou Cuba. Filme cubano (diretor russo: Mikhail Kalatozov)



Quatro histórias ambientadas na Cuba pré-revolucionária. Em Havana, Maria envergonha-se quando o homem de quem gosta descobre como ela ganha a vida. Pedro, um camponês idoso, descobre que a terra que cultiva foi vendida a uma empresa. Um universitário vê seus amigos serem atacados pela polícia quando distribuíam panfletos a favor de Fidel Castro. Por fim, uma família de camponeses é ameaçada pelas forças de Batista. 


Direção: Mikhail Kalatozov


Ano: 1964 


País: Rússia, Cuba


Gênero: Drama


Duração: 141 min. / p&b


Título Original: Soy Cuba/Ya Kuba 


Título em inglês: I Am Cuba 


A mais espetacular descoberta cinematográfica da década. Filmado pelo grande e premiado diretor russo Mikhail Kalatozov (Quando Voam as Cegonhas - 1957), Eu Sou Cuba é um poema visual do Comunismo Kitsch, mostrando a opressão do povo cubano, em plena revolução dos anos 60. Kalatozov mostrou com sua câmera acrobática, em grande angular, imagens fascinantes de Cuba, com vários planos-sequências sem corte, lembrando vários momentos o virtuosismo estilístico de Orson Welles. Depois de assistir Eu Sou Cuba você mudará suas referências cinematográficas para sempre.